Caros Leitores e Nem tão Amadas Leitoras (porque a mais amada de todas é a minha Afrodite ruiva!), tive um dia muito intrigante. Pela manhã, estava eu colocando a leitura de Macunaíma em dia... Eu o leio pela segunda vez... Sabe... Acredito que o Macunaíma é bem brasileiro... Para tudo nesse Brasil, temos a preguiça... Esse país só não vai para frente por que todos tem a preguiça de pensar num projeto para o país!
"Ai que preguiça!"
Encontrei o meu anjo ruivo pela tarde! Novamente embaixo das árvores do Celso Daniel. Um pouco de frio sentia, mas ela quebrava o gelo somente com um olhar. Nada me interessava, a não ser ela. Era como se achasse um trevo de quatro folhas! Raridade!
E como ela é linda! Meiga, carinhosa e compreensiva. Mas aqueles cabelos cor de fogo não são um acaso... Espivetada, faz coisas de sarapantar! Também é atentada... Adora aprontar uma! E quem foi que teve de agüentar? Eu, é claro...
Por que ela resolveu se encarapitar em cima daquele tronco caído... Eu observava do chão! Ela subia cada vez mais! Mas como a minha querida não previra (eu sim, e não avisei, huahuahua), o tronco estava escorregadio. Ela estava alta, ia levar um belo dum tombo. Nessa hora, meu cavalheirismo surgiu. Fui ao resgate. Resultado: eu caí no chão com ela caída em cima de mim! Ela ria da minha cara de mau-humor... Parecia um daqueles caras do Pica pau que levaram um bola de canhão na boca... Mas o riso dela quebrou o meu mau-humor! Destroçou. comecei a rir também.
Perto do lago das tartarugas, envolto pelas folhas rasteiras, perto do palquinho, ficamos. Um olhando para o outro. Conversávamos sobre as mazelas brasileiras... Todo brasileiro adora falar mal das mazelas brasileiras. "Pouca saúde, muita saúva, os males do Brasil são!"
Ela me deu um cartão. Lembrei de mais um episódio do Pica-Pau (o episódio em que o Pica-Pau vai percorrer todo os EUA para levar uma carta [sem carimbo] em cima do pé de pano. Todo mundo que pergunta onde está o carimbo da carta, recebe um pisão no pé): estava sem carimbo. "Cadê o carimbo?" perguntei. "Você quer o carimbo?" - ela perguntou. Acenei que sim com a cabeça. Ela me deu um baita pisão no pé. "Eu detesto você!" - disse. "Eu gosto de você!" - respondeu ela e logo após nossos lábios novamente se encontraram. O parque sumiu, somente nós dois estávamos ocupando aquele momento, aquele espaço, aquele tempo, aquela eternidade.
"Ai que preguiça!"
Encontrei o meu anjo ruivo pela tarde! Novamente embaixo das árvores do Celso Daniel. Um pouco de frio sentia, mas ela quebrava o gelo somente com um olhar. Nada me interessava, a não ser ela. Era como se achasse um trevo de quatro folhas! Raridade!
E como ela é linda! Meiga, carinhosa e compreensiva. Mas aqueles cabelos cor de fogo não são um acaso... Espivetada, faz coisas de sarapantar! Também é atentada... Adora aprontar uma! E quem foi que teve de agüentar? Eu, é claro...
Por que ela resolveu se encarapitar em cima daquele tronco caído... Eu observava do chão! Ela subia cada vez mais! Mas como a minha querida não previra (eu sim, e não avisei, huahuahua), o tronco estava escorregadio. Ela estava alta, ia levar um belo dum tombo. Nessa hora, meu cavalheirismo surgiu. Fui ao resgate. Resultado: eu caí no chão com ela caída em cima de mim! Ela ria da minha cara de mau-humor... Parecia um daqueles caras do Pica pau que levaram um bola de canhão na boca... Mas o riso dela quebrou o meu mau-humor! Destroçou. comecei a rir também.
Perto do lago das tartarugas, envolto pelas folhas rasteiras, perto do palquinho, ficamos. Um olhando para o outro. Conversávamos sobre as mazelas brasileiras... Todo brasileiro adora falar mal das mazelas brasileiras. "Pouca saúde, muita saúva, os males do Brasil são!"
Ela me deu um cartão. Lembrei de mais um episódio do Pica-Pau (o episódio em que o Pica-Pau vai percorrer todo os EUA para levar uma carta [sem carimbo] em cima do pé de pano. Todo mundo que pergunta onde está o carimbo da carta, recebe um pisão no pé): estava sem carimbo. "Cadê o carimbo?" perguntei. "Você quer o carimbo?" - ela perguntou. Acenei que sim com a cabeça. Ela me deu um baita pisão no pé. "Eu detesto você!" - disse. "Eu gosto de você!" - respondeu ela e logo após nossos lábios novamente se encontraram. O parque sumiu, somente nós dois estávamos ocupando aquele momento, aquele espaço, aquele tempo, aquela eternidade.

2 comentários:
Quando eu leio Macunaíma eu realmente fico com preguiça até de acabar o livro (nunca consegui terminá-lo)! Mas dessa vez farei reza braba!!! =)
Por acaso a Afrodite ruiva é o Curupira? =)
Curupira eu não deixava hein Glóbs
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